sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Cipós ou lianas?
Cipós ou lianas? Seja qual for o nome, as mais longas plantas lenhosas das matas tropicais tanto garantem o sustento de animais como produzem os venenos que facilitam sua captura, guardando substâncias de grande interesse para o homem
No Brasil há quem faça diferença entre cipós e lianas, atribuindo o primeiro nome a plantas que parecem pender das copas das árvores e o segundo a trepadeiras e plantas parasitas mais comuns em florestas secundárias ou degradadas. Para os botânicos, no entanto, cipós e lianas são a mesma coisa: plantas sarmentosas (com ramos semelhantes aos da videira, gavinhas), de hastes delgadas e flexíveis, típicas de matas tropicais, que não roubam nutrientes de outras plantas, mas as usam como suporte.
Ou seja, essa ampla categoria de plantas é melhor definida pela forma de crescimento do que pelas famílias e gêneros a que pertencem. E inclui tanto os cipós do tipo ‘Tarzan’ como as jitiranas e mata-paus.
Cipó é uma palavra indígena tupiguarani, cuja pronúncia original era iça-pó ou, literalmente, a mão do galho. Liana é uma designação internacional, usada tanto entre os botânicos de língua latina como os anglo-saxões. Vem do francês antigo lier, por sua vez derivado do latim ligare (ligar), numa alusão à conexão feita por esse tipo de planta entre o solo e a copa.
terça-feira, 8 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Pé de Cerrado
Vai pedindo a força
Chamando a luz
Vai com a energia
Que nos conduz
Agradece ao Pai
Pelo momento
Siga na vida
Agradecendo
Vai pra dentro da mata
E clame a Mãe Divina
Corra pra nascente
Beba água cristalina
Vai cantando essa ciranda com seu coração
Plantando sementes de amor na imensidão
Sinta o poder
Que a cultura traz
Vamos todos juntos
Clamar a paz
Reverencie ao sol
Cante pras ondas do mar
Toque para irmã lua
E deixe a fogueira queimar
Na união das nossas mãos
Com calor e com pureza
Dancem feito os nossos índios
Adorando a natureza
Vai cantando essa ciranda com seu coração
Plantando sementes de amor na imensidão
Chamando a luz
Vai com a energia
Que nos conduz
Agradece ao Pai
Pelo momento
Siga na vida
Agradecendo
Vai pra dentro da mata
E clame a Mãe Divina
Corra pra nascente
Beba água cristalina
Vai cantando essa ciranda com seu coração
Plantando sementes de amor na imensidão
Sinta o poder
Que a cultura traz
Vamos todos juntos
Clamar a paz
Reverencie ao sol
Cante pras ondas do mar
Toque para irmã lua
E deixe a fogueira queimar
Na união das nossas mãos
Com calor e com pureza
Dancem feito os nossos índios
Adorando a natureza
Vai cantando essa ciranda com seu coração
Plantando sementes de amor na imensidão
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Universidade Estadual de Montes Claros já conta com estação meteorológica eletrônica
A Universidade Estadual de Montes Claros passa a contar com mais recursos tecnológicos para o incremento dos estudos acadêmicos e pesquisas nas áreas de clima e meio ambiente. Está em funcionamento no campus-sede uma estação meteorológica eletrônica, também chamada de Plataforma de Coleta de Dados (PCD), que oferece informações precisas sobre a previsão do tempo e outros estudos climáticos.
O equipamento foi instalado a partir do convênio firmado entre a universidade e o Instituto Mineiro de Gestão das Águas (IGAM) e Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Todos os dados são enviados via satélite para o Sistema Nacional de Dados Ambientais (Sinda) a cada três horas, mas os intervalos de medição podem ser ajustados – mais curtos ou longos. O PCD possui painéis e baterias para o funcionamento auto-sustentável por energia solar.
“Este novo recurso já possibilita o desenvolvimento de pesquisas com maior propriedade, uma vez que teremos acesso à uma base maior de dados”, explica o professor Expedito José Ferreira, do departamento de Geociências e coordenador da estação meteorológica. “No que se refere ao sistema de coleta de informações meteorológicas, a Unimontes agora está muito bem servida”, completou.
SERVIÇOS
As duas estações meteorológicas do campus-sede estão localizadas em área isolada
A Unimontes já possuía uma estação meteorológica, mas com leitura manual e com restrição no número de dados. O novo serviço, por sua vez, instalado no mesmo espaço, é todo automatizado e oferece pelo menos dez informações diferentes sobre o tempo: temperatura – mínima e máxima -, umidade – interna e relativa do ar -, velocidade do vento, radiação solar – global e acumulada -, pressão barométrica, direção do vento e precipitação acumulada.
“Pelo grau de complexidade das informações, de maneira instantânea, a Unimontes passa a contar com mais subsídios para os estudos vinculados aos cursos de Geografia, Agronomia e Biologia, mas, também, no atendimento a outros segmentos da comunidade, como a engenharia, manejo dos recursos hídricos e gerenciamento da irrigação”, completou o professor Expedito Ferreira, que ministra as disciplinas de Hidrografia e Climatologia no curso de Geografia.
APRENDIZADO
Também docente do curso de Geografia nas áreas de Climatologia, Planejamento e Geomorfologia Ambiental, Renan Laughton Milo é coordenador auxiliar da estação. Ele lembra que o novo serviço da Unimontes está vinculado ao portal eletrônico do Sinda, o que permite a oferta das informações a qualquer momento e em tempo real para a comunidade em geral - e de forma gratuita.
A medição manual continuará como forma de comparação e aprendizagem na leitura dos dados
O professor explica que à antiga estação do campus-sede, com a leitura manual dos dados meteorológicos, continuará sendo usada, inclusive, para efeito de comparação com os dados do PCD. “Além do aprendizado para os acadêmicos, a leitura manual servirá de parâmetro entre os dois métodos de medição”.
Na avaliação do pesquisador, a maior precisão com os dados coletados eletronicamente, em intervalos a cada três horas, ampliará o campo de estudos. “Além de atender à própria climatologia e hidrografia, os dados instantâneos servirão como base para pesquisas consequentes e mais amplas, integradas, por exemplo, ao poder de impermeabilização do solo ou mesmo à Geografia Médica, que estuda as causas e incidências das doenças relacionadas à ocupação indevida das áreas urbanas”, acrescentou Renan Milo.
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