segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Folha,coração,Juventude e fé


A SORTE DE UM FINAL TRANQUILO

Quero a sorte de um fi nal tranqüilo
Onde tudo possa acontecer
Onde não haja medo
Nem perda de tempo...
Quero sorte de um fi nal tranqüilo
Que nem fi nal de fi lme de cinema
E que amor cure uma vida inteira
Quero a sorte de um fi nal tranqüilo
Com o saber de fruta proibida
Quero uma vida de aventuras
E nenhumas escolhidas
Quero a surpresa, a indignação
Quero a revolta e a pacifi cação
Quero o novo e inalterável
Quero alterável e o inexplicável
Quero os meus problemas todos na gaveta
Quero viver muito e não me arrepender
Quero um espelho pra me compreender
Quero dançar chula...
Quero reboliço, agitação
Carinho e compreensão
Quero o silêncio e a solidão
Estar despercebido numa multidão
Quero esquecer tudo
Apagar o futuro
Quero um carro, um camelo
Quero uma casa, um novo conceito
Quero amizade e compaixão
Quero ver tudo e não saber de nada
Quero um copo, um prato cheio
Quero o louco e o desprezo
Quero o certo e o duvidoso
Quero gostar de tudo e de só um pouco
Quero ser louco, quero ser poeta
Quero criar um novo... acorde
Quero escrever todos meus poemas
Quero que meus projetos dêem certo
Quero plantar qualquer coisa
Quero a caneta e o corretivo
Quero escrever um bom livro
Quero paz, mas não a estagnação
Quero alteração, visão
Quero rever tudo, mudar junto
Quero ver em mim crescer um novo país
Eu quero apenas uma garantia que tudo vai dar certo!
E ter a sorte de um fi nal tranqüilo.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

VIII Encontro Regional de Geografia


Os trabalhos científicos desenvolvidos pela Unimontes na área dos recursos hídricos, em especial nos cursos ministrados em Montes Claros e no campus de Pirapora e que contribuem na viabilização de projetos como a criação do mestrado próprio em Geografia, estão entre os destaques no VIII Encontro Regional de Geografia. O evento, que tem como tema central “Águas, Espaços Regionais, Práxis”, foi aberto na noite dessa segunda-feira (13), no campus-sede.

A programação específica se estenderá até a tarde/noite desta quarta-feira (15), entre palestras, mesas-redondas e apresentações de 60 artigos científicos organizados por acadêmicos.

A vice-reitora Maria Ivete Soares de Almeida presidiu a solenidade e salientou “que as pesquisas sobre água na Unimontes passam por incrementos, através de parcerias com outras instituições de ensino superior como a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)”. A respeito da importância de debates sobre os temas observou: “a escassez dos recursos hídricos ainda é um dos graves problemas que entravam o desenvolvimento regional”.

Segundo a pró-reitora de Ensino Anete Marília Pereira “atualmente estão sendo desenvolvidos dez trabalhos científicos pelos professores do curso de Geografia da Unimontes, todos referentes a temas ligados ao desenvolvimento econômico e meio ambiente regional”. Três dessas pesquisas dizem respeito ao “Perfil intra-urbano da cidade de Montes Claros”, “Urbanização e novas ruralidades” e “Agricultura urbana”.

“Esse esforço dos professores na melhor qualificação e os incentivos da Universidade estão voltados para o fomento à produção científica, com o objetivo de que seja criado um mestrado de Geografia na Unimontes, a partir de 2014”, completou a pró-reitora.

VALORES - Coordenadora do evento, a professora Maria de Fátima Brandão Carneiro ressaltou que o encontro pretende, ainda, criar um fórum de reflexão sobre os desafios enfrentados na Geografia Regional.

Ainda na solenidade, foram lançadas as edições 6, 7 e 8 da revista científica Cerrados, pela Editora Unimontes, referentes aos anos de 2008, 2009 e 2010). As publicações contêm artigos e trabalhos científicos de professores da própria Universidade e de outras instituições de ensino superior na área da Geografia.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

A MINHA HISTÓRIA

“Eu quero uma história nova,

Não este conto de fadas brancas e ordinárias
Donas de nossas façanhas.
Eu quero um direito antigo,
Engavetado em discursos contidos,
paliativos.(...)
Eu quero de volta, de pronto,
As chaves dessas gavetas,
Dos arquivos trancafiados,
Onde jazem meus heróis”

Vulcanismo




1) O que é um vulcão?
Vulcão é uma estrutura geológica criada quando o magma, gases e partículas quentes (como cinzas) escapam para a superfície terrestre. Eles ejectam altas quantidades de poeira, gases e aerossóis na atmosfera, podendo causar resfriamento climático temporário. São frequentemente considerados causadores de poluição natural. Tipicamente, os vulcões apresentam formato cónico e montanhoso.
2)Cite 10 vulcões na Terra e suas localizações:
• Cotopaxi (Equador)
• Monte Erebus (Ilha de Ross, Antártica)
• El Misti (Arequipa, Peru)
• Mendanha - inativo -, Serra do Mendanha, Rio de Janeiro, Brasil)
• São Domingos - inativo -, Serra de São Domingos, Poços de Caldas, Brasil
• Ojos del Salado (Andes, Chile Maior vulcão da Terra)
• Vulcão de Cold Bay (Alasca, EUA)
• Etna (Sicília, Itália)
• Krafla (Islândia)
• Vulcão do Fogo (Ilha de São Miguel, Açores, Portugal)
3)Fale sobre 3 tipos de tremores:
• Os tremores de curta duração são semelhantes aos sismos tectônicos. São resultantes da fraturação da rocha quando de movimentos ascendentes do magma. Este tipo de sismicidade revela um aumento significativo da dimensão do corpo magmático próximo da superfície.
• Crê-se que os tremores de longa duração indicam um aumento da pressão de gás na estrutura do vulcão. Podem ser comparados ao ruído e vibração que por vezes ocorre na canalização em casas. Estas oscilações são o equivalente às vibrações acústicas que ocorrem no contexto de uma câmara magmática de um vulcão.
• Os tremores harmônicos ocorrem devido ao movimento de magma abaixo da superfície. A libertação contínua de energia deste tipo de sismicidade contrasta com a libertação contínua de energia que ocorre num sismo associado ao movimento de falhas tectônicas.
4)O que são emissões gasosas?
À medida que o magma se aproxima da superfície a sua pressão diminui, e os gases que fazem parte da sua composição libertam-se gradualmente. Este processo pode ser comparado ao abrir de uma lata de um refrigerante com gás, quando o dióxido de carbono se escapa. O dióxido de enxofre é um dos principais componente dos gases vulcânicos, e o seu aumento precede a chegada de magma próximo da superfície. Por exemplo, a 13 de Maio de 1991, 500 toneladas de dióxido de enxofre foram libertadas no Monte Pinatubo nas Filipinas. As emissões de dióxido de enxofre chegaram num curto espaço de tempo às 5 000 toneladas. O Monte Pinatubo entrou em erupção a 12 de Junho de 1991.
5)O que são Caldeiras ressurgentes?
são as maiores estruturas vulcânicas da Terra, possuindo diâmetros que variam entre 15 e 100 km². À parte de seu grande tamanho, caldeiras ressurgentes são amplas depressões topográficas com uma massa elevada central. Exemplos dessas estruturas são a Valles (EUA), Yellowstone (EUA) e Cerro Galan (Argentina).
6)Fale sobre a Gênese dos vulcões:
Os movimentos e a dinâmica do magma, tal como a maior parte do interior da Terra, ainda são pouco conhecidos. No entanto é sabido que uma erupção é precedida de movimentos de magma do interior da Terra até à camada externa sólida (crosta terrestre) ocupando uma câmara magmática debaixo de um vulcão. Eventualmente o magma armazenado na câmara magmática é forçado a subir e é extruído e escorre pela superfície do planeta como lava, ou o magma pode aquecer água nas zonas próximas causando descargas explosivas de vapor; pode acontecer também que os gases que se libertam do magma projectem rochas, piroclastos, obsidianas e/ou cinzas vulcânicas. Apesar de serem sempre forças muito poderosas, as erupções podem variar de efusivas a extremamente explosivas.
A maioria dos vulcões terrestres tem origem nos limites destrutivos das placas tectónicas, onde a crosta oceânica é forçada a mergulhar por baixo da crosta continental, dado que esta é menos densa do que a oceânica. A fricção e o calor causados pelas placas em movimento leva ao afundamento da crosta oceânica, e devido à baixa densidade do magma resultante este sobe. À medida que o magma sobe através de zonas de fractura na crosta terrestre, pode eventualmente ser expelido em um ou mais vulcões. Um exemplo deste tipo de vulcão é o Monte Santa Helena nos EUA, que se encontra na zona interior da margem entre a placa Juan de Fuca que é oceânica e a placa Norte-americana.
7) O que são Vulcões dormentes?
Vulcões dormentes são considerados aqueles que não se encontram actualmente em actividade (como foi definido acima) mas que poderão mostrar sinais de perturbação e entrar de novo em erupção.
8) Existem Vulcões em outros Planetas?
A Lua não possui grandes vulcões e não é geologicamente activa, mas nela existem várias estruturas vulcânicas. Por outro lado crê-se que o planeta Vénus seja geologicamente activo, sendo cerca de 90% da sua superfície constituída por basalto o que leva a crer que o vulcanismo desempenha um papel importante na modelagem da superfície volumosa do planeta. As escoadas lávicas estão bastante presentes e muitas das estruturas da superfície de Vénus são atribuídas a formas de vulcanismo que não se encontram na Terra. Outros fenómenos do planeta Vénus são atribuídos a erupções vulcânicas, tais como as mudanças na atmosfera do planeta e a observação de relâmpagos.No planeta Marte existem vários vulcões extintos
9) Como é a estrutura de um vulcão?

1. Câmara magmática
2. Rocha
3. Chaminé
4. Base
5. Depósito de lava
6. Fissura
7. Camadas de cinzas emitidas pelo vulcão
8. Cone 9. Camadas de lava emitidas pelo vulcão
10. Garganta
11. Cone parasita
12. Fluxo de lava
13. Ventilação
14. Cratera
15. Nuvem de cinza
10) Fale sobre o Vulcanismo recentemente:
Atualmente, as principais concentrações de vulcões ativos são: Ao longo das margens do Pacífico É a zona do mundo com mais vulcões. É de tal forma concentrada em atividade vulcânica que é conhecida por “anel de fogo”. Coincide também com uma zona fortemente sísmica. Destacam – se no lado americano os vulcões do Alasca e Aleutas, a cordilheira das Cascatas, onde fica o vulcão de Sta. Helena e mais para o Sul, no México o célebre Paricutin. A partir do México, a faixa vulcânica desdobra-se, formando a Cordilheira da América Central e o arco das Antilhas, onde se destaca o vulcão da montanha Pelada. Do lado asiático encontram-se os vulcões da Camechatca e das Curilhas, seguindo-se o Japão onde há uma bifurcação que dá o arco das Marianas e o arco das Filipinas. Seguem-se os vulcões da Nova Guiné, que se estende pelos vulcões de numerosas ilhas até à Nova Zelândia, prolongando-se para a Antarctica.

Mapa mostrando as fronteiras entre as placas tectônicas e sub-recentes aéreas de vulcões.

Referência Bibliográfica:
http://pt.wikipedia.org
http://www.achetudoeregiao.com.br/ANIMAIS/vulcao.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/vulcoes/vulcoes.php